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Brasil e EUA reforçam parceria na
aviação civil
missão debateu harmonização
regulatória, segurança operacional, mobilidade aérea avançada e a
atualização da parceria entre os dois países
25/05/2025 -
18h37
(Da assessoria da ANAC)
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O diretor-presidente da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), Tiago
Faierstein, reuniu-se, na última semana, com Bryan Bedford,
administrador da FAA (Federal Aviation Administration), autoridade
norte-americana da aviação civil. A agenda integrou missão da Anac aos
Estados Unidos, realizada entre 17 e 22 de maio, e incluiu ainda
compromissos na sede da Boeing, em Seattle, além de reuniões com a USTDA
(United States Trade and Development Agency), a Airlines for America, o
DOT (Department of Transportation) e demais órgãos de governo
relacionados.
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Divulgação - ANAC |
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ANAC.
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No
encontro, Faierstein e Bedford debateram o fortalecimento da parceria
bilateral entre as duas autoridades de aviação civil para avançar em
temas como cooperação em aeromobilidade avançada e harmonização
regulatória, reforçando as bases da parceria entre Brasil e Estados
Unidos para o desenvolvimento da aviação civil.
Durante o encontro, Faierstein destacou o grande potencial de
crescimento do mercado brasileiro de aviação. "Hoje, no Brasil,
registramos cerca de 0,5 viagem aérea por habitante ao ano. Tenho plena
convicção de que esse número pode crescer muito", afirmou o
diretor-presidente da ANAC. Esse índice costuma ser mais elevado em
países como Chile e Argentina, onde a taxa chega a 1 viagem por
habitante ao ano. Em mercados mais desenvolvidos, como Estados Unidos e
Europa, o indicador alcança até 3 viagens por habitante ao ano.
Na avaliação da FAA, Brasil e Estados Unidos têm grande potencial para
avançar em ações de fomento, especialmente em áreas como infraestrutura,
tecnologia e modernização de estruturas aeroportuárias já existentes. Do
lado brasileiro, houve interesse em aprofundar o conhecimento sobre o
modelo adotado pela FAA para a coleta e o tratamento de dados referentes
à aviação civil. "Decisões tomadas com base em dados confiáveis são mais
assertivas, e no Brasil precisamos fomentar essa cultura, especialmente
na aviação civil", avaliou Faierstein. Como recomendação, Bedford
sugeriu que as iniciativas desenvolvidas no âmbito bilateral considerem
os próximos 20 anos. Na avaliação do dirigente da FAA, o avanço
acelerado das tecnologias exige planejamento de longo prazo.
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