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Emirates se torna a 1ª aérea a operar o
Boeing 777-300ERSF
Aeronave modificada amplia a
capacidade de transporte e marca nova fase de expansão da malha global
da companhia
30/06/2026 -
12h43
(Da assessoria da Emirates SkyCargo no Brasil)
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A Emirates SkyCargo alcançou um novo marco na expansão de suas operações
logísticas ao se tornar a primeira companhia aérea de passageiros e
carga (combination carrier) do mundo a operar o Boeing 777-300ERSF,
modelo originalmente projetado para passageiros e convertido para
cargueiro. Esta é a primeira aeronave modificada a integrar a frota da
companhia. A aeronave A6-EBK, irá iniciar o serviço comercial com um voo
de Hong Kong para Dubai, transportando mais de 100 toneladas de carga.
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Divulgação -
Emirates SkyCargo |
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Boeing 777-31HERSF, prefixo A6-EBK, da Emirates SkyCargo.
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O modelo convertido oferece capacidade de carga útil de 100 toneladas e
811 m³ de volume de carga, o que representa um aumento de 25% na
capacidade volumétrica em comparação com o cargueiro de fábrica Boeing
777-F. Com espaço para 47 posições de paletes, dez a mais do que o
Boeing 777-F, o avião é considerado ideal para o transporte de cargas
volumosas, como produtos de comércio eletrônico, segmento que atualmente
responde por cerca de 20% da tonelagem global de carga aérea e projeta
crescimento para os próximos anos. Esta aeronave também se destaca como
a sexta nova aeronave cargueira a ser integrada às atividades da
Emirates SkyCargo desde março de 2026.
Como parte de sua estratégia de crescimento, a Emirates SkyCargo planeja
receber cinco aeronaves Boeing 777-F adicionais e mais um Boeing
777-300ERSF convertido até dezembro de 2026. Para o ano seguinte, o
planejamento prevê a introdução de outras três unidades da aeronave
convertida, fazendo com que a companhia passe a operar um total de cinco
aeronaves convertidas de passageiros para cargueiros até o final de
2027.
A expansão da frota e da malha aérea reforça a atuação da operadora no
suporte ao comércio global, conectando novos destinos a empresas e
ampliando a conectividade com importantes centros de produção em sua
rede mundial, que abrange seis continentes.
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