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Aviação do agro cresce e impulsiona
mercado brasileiro
Expansão do setor, que cresceu
mais de 4% nos últimos 12 meses, atrai proprietários, operadores e
empresários do agronegócio para a LABACE
13/07/2026 -
14h18
(Da assessoria da LABACE)
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O agronegócio brasileiro continua a impulsionar o mercado aeronáutico
nacional. Dados organizados pela ABAG (Associação Brasileira de Aviação
Geral) revelam que a frota operacional de Aeronaves de Pulverização
Agrícola cresceu 4,2% nos últimos 12 meses em maio de 2026, mês em que o
país registrou 2.158 aeronaves agrícolas operacionais.
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Divulgação - Embraer |
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Embraer EMB-203 Ipanema, PP-ZPK.
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Adicionalmente, as aeronaves turbohélices de transporte de pessoas e
cargas que são as mais procuradas pelas empresas do agronegócio pois
operam mais frequentemente em pistas menores e não pavimentadas
cresceram 7,1% no mesmo período.
Esse cenário de expansão aumenta ainda mais a relevância da LABACE 2026,
que acontece entre os dias 4 e 6 de agosto, no Aeroporto Campo de Marte,
em São Paulo.
A 21ª edição do evento deve atrair um volume recorde de proprietários e
operadores do agronegócio que utilizam a aviação geral como ferramenta
de produtividade no dia a dia das fazendas e empresas. Impulsionada pelo
aquecimento do mercado, a LABACE 2026 estima ultrapassar a marca de US$
200 milhões em negócios gerados, não somente pelos clientes do agro, mas
em todos os demais segmentos.
"A aviação do agronegócio é um dos pilares da produtividade e da
competitividade desse setor. O crescimento contínuo da frota demonstra a
importância estratégica desse segmento para o país, e a LABACE é o
ambiente ideal para que produtores rurais, operadores e empresários do
agro tenham acesso às mais recentes inovações em aeronaves, tecnologias,
serviços e soluções para aumentar a eficiência de suas operações",
afirmou Flávio Pires, CEO da ABAG.
Além das operações agrícolas, a Aviação de Negócios desempenha um papel
essencial na mobilidade do setor, conectando fazendas, polos produtivos
e centros urbanos com agilidade e eficiência. "Vale lembrar que a
aviação comercial atende 140 cidades brasileiras, enquanto a aviação de
negócios conecta aproximadamente 5.500 municípios, aproximando pessoas,
impulsionando negócios e contribuindo diretamente para o desenvolvimento
econômico do país", complementou Pires.
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