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Aena encerra 2025 com recorde de
passageiros no Brasil
Movimentação alcançou 45,6
milhões de embarques e desembarques, alta de 5% em relação a 2024, com
crescimento em aeródromos de todas as regiões
14/01/2025 -
16h23
(Da assessoria da Aena Brasil)
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A Aena encerrou 2025 com recorde de passageiros em sua rede de
aeroportos no país. Passaram pelos 17 terminais administrados pela
concessionária 45,6 milhões de passageiros, crescimento de 5% em relação
a 2024, consolidando a expansão da demanda aérea nos mercados atendidos
pela companhia.
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Divulgação - Aena Brasil |
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Aeroporto de João Pessoa (PB).
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O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo
(SP), principal ativo da Aena no Brasil, respondeu por 24,5 milhões de
passageiros, com expansão de 5,9%, refletindo o fortalecimento do
mercado doméstico e a elevada taxa de ocupação da malha aérea.
Na sequência, está o Aeroporto de Recife (PE), com 9,9 milhões de
passageiros, crescimento de 3,6%, seguido por Maceió (AL), que avançou
10,7%, alcançando quase 3 milhões de passageiros no ano. Destaque ainda
para João Pessoa (PB), que movimentou 1,89 milhão de passageiros e
apresentou a maior taxa de crescimento entre os equipamentos
administrados no Nordeste, com alta de 17,7%. Além dele, o Aeroporto de
Carajás (PA), apresentou importante taxa de crescimento: 17,3%.
Juntos, os equipamentos geridos pela Aena no Nordeste brasileiro tiveram
uma alta de 5,7% em relação ao ano passado, totalizando 16,8 milhões de
passageiros em 2025. Nos outros estados, a soma atingiu um total de 28,9
milhões de viajantes, com crescimento de 5,1% frente ao acumulado de
2024. Além de Congonhas, destacam-se nas outras regiões os terminais de
Campo Grande (MS) e Uberlândia (MG), ambos com números acima de um
milhão de passageiros anuais e crescimento de 3,4% e 2,5%,
respectivamente.
Os quatro aeroportos do Pará embarcaram e desembarcaram juntos 1,2
milhão de passageiros, com destaque para Santarém que ultrapassou a
marca de meio milhão de viajantes, com 507,5 mil. Em seguida,
destacam-se Marabá, com 379,3 mil; Carajás, com 254,4 mil; e Altamira,
com 87,5 mil.
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