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avianca melhora desempenho geral de
emissões de CO2
Empresa aumentou sua capacidade
total em mais de dezoito por cento e, ao mesmo tempo, reduziu suas
emissões totais de carbono
13/01/2025 -
9h52
(Da assessoria da avianca no Brasil)
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A avianca obteve uma redução de quase 20% na sua intensidade de carbono,
passando de 82,6 gramas de carbono por assento-quilômetro disponível
para 66,3 gramas. Essa escala de redução é um feito que poucas
companhias aéreas globais conseguiram alcançar.
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Rodrigo Zanette - 02/01/2024 |
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Airbus
A320-251N (SL), prefixo N964AV, da avianca taxiando no Aeroporto de
Cumbica, em Guarulhos (SP).
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Na aviação comercial, crescimento e
emissões normalmente caminham na mesma direção. As companhias aéreas
adicionam mais voos, consomem mais combustível e produzem mais carbono.
Esse padrão se manteve por décadas, o que torna o desempenho da avianca
particularmente impressionante desde 2019.
De acordo com dados da EmeraldSky, a avianca destaca-se em relação a
todas as demais grandes companhias aéreas. Nos últimos cinco anos, a
empresa aumentou sua capacidade total em mais de dezoito por cento
(18,1%) e, ao mesmo tempo, reduziu suas emissões totais de carbono em
mais de cinco por cento (5,1%).
Toda história sobre emissões começa pela frota. A avianca fez uma série
de escolhas ousadas e disciplinadas que redesenharam as aeronaves que
opera. Quase dois terços de seus aviões Airbus A319 deixaram a operação,
juntamente com toda a frota de A321. Em seu lugar, a companhia
introduziu um número significativamente maior de aeronaves A320neo e
unidades adicionais do A320ceo.
A operação de longo curso também mudou. Aeronaves A330 mais antigas
foram retiradas, enquanto a frota de Boeing 787 cresceu. A avianca
também deixou para trás suas operações com jatos regionais e
turboélices, optando por simplificar e focar em aeronaves que oferecem
melhor desempenho em eficiência de combustível.
Um dos resultados mais importantes foi o aumento do tamanho médio das
aeronaves. Em 2019, o avião típico da avianca tinha 144 assentos. Hoje,
esse número é de 181. Isso foi alcançado por meio da reconfiguração de
toda a frota, tanto de aeronaves de corredor único como de fuselagem
larga. Embora a idade média da frota tenha aumentado ligeiramente para
nove anos e meio, reflexo de problemas globais na cadeia de suprimentos
que afetaram todas as companhias aéreas, a eficiência geral da frota
apresentou, ainda assim, uma melhora significativa.
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