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Embraer deverá ter linha de montagem do
E175 na Índia
Adani Defence & Aerospace e a
Embraer consolidaram um acordo ampliado para viabilizar a produção dos
jatos regionais E175 no país
21/02/2025 -
10h36
(Da assessoria da Embraer)
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A Adani Defence & Aerospace, empresa líder no setor aeroespacial e de
defesa da Índia e principal companhia da Adani Enterprises Ltd, e a
Embraer consolidaram um Memorando de Entendimento (MoU) ampliado para
estabelecer uma linha de montagem final para o jato regional E175, no
âmbito do programa de Aeronaves de Transporte Regional (RTA) da Índia.
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Divulgação - Embraer |
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Embraer.
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O
documento foi assinado por Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da
Embraer, e por Jeet Adani, Diretor da Adani Defence & Aerospace, na
presença do Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do
Ministro do Comércio e Indústria da Índia, Piyush Goyal.
Esse avanço representa um passo significativo em relação ao MoU inicial,
assinado em janeiro de 2026, e faz parte de um plano mais amplo para
desenvolver o programa de Aeronaves de Transporte Regional (RTA) na
Índia. O MoU também reforça o aprofundamento das relações estratégicas
entre os dois países.
A parceria industrial tem como objetivo estruturar a produção do E175 na
Índia. As duas empresas já trabalham em conjunto para avançar em todos
os aspectos do MoU, incluindo oportunidades na fabricação de aeronaves,
cadeia de suprimentos, serviços pós-venda, treinamento de pilotos e
obtenção de encomendas que sustentem a proposta da linha de montagem
final.
Como um dos mercados de aviação que mais crescem no mundo em termos de
tráfego de passageiros, a Índia tem demanda estimada de ao menos 500
aeronaves na faixa de 80 a 146 assentos nos próximos 20 anos. Essa
projeção reflete o aumento da necessidade de conectividade regional e de
curta distância, impulsionada pelo uso de jatos menores e mais
eficientes.
Com capacidade para até 88 passageiros, o E175 é particularmente
adequado para atender mercados pouco explorados em cidades de pequeno e
médio na Índia. Essas regiões continuam pouco atendidas por aeronaves
maiores, e o E175 pode viabilizar novas rotas, ampliar a conectividade,
assegurar operações confiáveis e acelerar a expansão da aviação regional.
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