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GRU assegura destinação dos resíduos
passíveis de reciclagem
Processo de triagem automatizada
garante o reaproveitamento integral dos materiais recicláveis gerados na
operação do aeroporto
19/08/2026 -
15h47
(Da assessoria da GRU Airport)
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Com mais de 12,7 mil toneladas de resíduos geradas ao longo de 2025, o
Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), administrado pela GRU Airport,
garantiu o reaproveitamento de 100% dos materiais passíveis de
reciclagem. O resultado levou o aeroporto a alcançar um índice de 69,73%
de reciclagem, fortalecendo a economia circular ao transformar esses
materiais em novos produtos e em CDRU (Combustível Derivado de Resíduos
Urbanos).
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Divulgação - GRU Airport |
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Imagem da triagem automatizada
da Flacipel empresa do Grupo Multilixo.
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Esse
desempenho é resultado de uma operação que gera cerca de 35 toneladas de
resíduos por dia. Diariamente, mais de 135 mil passageiros, cerca de 40
mil trabalhadores e mais de 300 lojas e restaurantes movimentam o
aeroporto, tornando essencial uma gestão eficiente para a coleta, a
triagem e a destinação ambientalmente adequada dos materiais.
Para garantir que todo esse volume receba o tratamento correto, a GRU
Airport conta com os serviços do Grupo Multilixo, empresa responsável
pela triagem, separação e encaminhamento dos materiais para reciclagem,
reaproveitamento ou outras formas de valorização, utilizando tecnologias
que priorizam a destinação sustentável.
Segundo Ana Ernica, diretora administrativa da GRU Airport, os
resultados alcançados em 2025 demonstram que, mesmo diante da
complexidade logística e do grande volume de resíduos gerados, é
possível alinhar eficiência operacional e compromisso ambiental.
"Esse trabalho consolida o Aeroporto Internacional de São Paulo como um
exemplo de gestão sustentável em larga escala, contribuindo não apenas
para a preservação dos recursos naturais, mas também para a redução do
impacto ambiental. Com investimentos contínuos em tecnologia e
processos, o aeroporto segue reafirmando seu papel de protagonista na
promoção de práticas responsáveis no setor aéreo brasileiro. Não
tratamos o resíduo como fim, mas como começo de uma nova cadeia de
valor", concluiu Ernica.
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