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Norte bate recorde histórico de
passageiros internacionais
Pela primeira vez, região supera
a marca de 100 mil embarques internacionais entre janeiro e junho;
movimentação aérea total alcança o melhor resultado da última década
03/08/2026 -
15h48
(Da assessoria do MPor)
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A aviação internacional na região Norte alcançou um marco inédito no
primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, os aeroportos da
região embarcaram 103.868 passageiros em voos internacionais,
crescimento de 30,7% em relação ao mesmo período do ano passado. É a
primeira vez que a região supera a marca de 100 mil passageiros
internacionais no semestre, registrando o melhor resultado da série
histórica da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
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Divulgação -
MPor |
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Aeroporto de Manaus (AM).
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Considerando os voos domésticos e
internacionais, a movimentação aérea da região somou 2.773.145
passageiros no período, alta de 0,3% em relação ao primeiro semestre de
2025 e o melhor desempenho da última década.
O crescimento da movimentação internacional foi impulsionado
principalmente pelas ligações com Colômbia (25%), Panamá (23,8%),
Portugal (19,5%), Estados Unidos (13,7%) e Suriname (12,8%), que
concentraram a maior parte dos embarques internacionais da região. A
predominância de países da América do Sul e da América Central reflete a
posição estratégica da região Norte como porta de entrada e saída do
Brasil para os mercados vizinhos.
No mercado doméstico, foram registrados 2.669.277 passageiros, volume
praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025. Já em junho, a
região movimentou 476.026 passageiros em voos domésticos e
internacionais, retração de 5,6% na comparação com o mesmo mês do ano
anterior.
Belém liderou a movimentação aérea na região Norte no primeiro semestre,
com 960.854 passageiros embarcados, seguido por Manaus (756.146) e
Palmas (179.000). Na sequência aparecem Macapá (155.359) e Porto Velho
(139.285).
Aeroportos como Santarém (116.657), Boa Vista (96.730), Rio Branco
(89.979) e Marabá (86.183) também mantiveram fluxo expressivo de
viajantes, reforçando a capilaridade da malha aérea e sua importância
para a ligação entre capitais e municípios do interior da Amazônia.
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