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Alta do petróleo pressiona empresas de
serviços em solo
Preço do combustível usado nas
movimentações em solo varia de aeroporto para aeroporto e coloca
empresas em situação limite
29/04/2025 -
11h32
(Da assessoria da ABESATA)
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A recente elevação nos preços do óleo diesel e gasolina, decorrente de
fatores externos e de instabilidades no mercado internacional de
petróleo, tem gerado impactos diretos sobre a estrutura de custos das
operações dos serviços em solo nos aeroportos brasileiros.
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Rodrigo Zanette - 02/11/2016 |
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Empresa árabe dnata, que opera no Brasil, é membro da
ABESATA.
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O
alerta foi feito pela ABESATA (Associação Brasileira das Empresas de
Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo), entidade que representa as
principais empresas do setor. A alta dos preços do diesel e da gasolina
impactam as operações em solo em até 5,9%, uma vez que o efeito cascata
no mercado internacional provocou uma elevação significativa dos preços
e estima-se que, nos aeroportos do Brasil, o diesel tenha sofrido uma
alta de 12% a 39%, já a gasolina registrou alta média de aproximadamente
de 5,5%.
O diesel e a gasolina são fundamentais em operações tais como
movimentação das aeronaves em solo (pushback/reboque), transporte de
superfície de tripulantes, passageiros e colaboradores, fornecimento de
energia (GPU), deslocamentos para os serviços de limpeza de aeronave,
desinfecção, remoção de dejetos e fornecimento de água potável, manuseio
e carregamento ou descarregamento das bagagens ou cargas aéreas, entre
outros serviços.
"A pressão sobre os custos soma-se a outras igualmente preocupantes como
a mudança na escala de trabalho, tema que é alvo de intensa briga
política no Congresso Nacional", disse Ricardo Aparecido Miguel,
presidente da ABESATA.
A eventual mudança na escala eleva os gastos com pessoal em cerca de
20%. O presidente da ABESATA lembra que para a alta do querosene de
aviação estuda-se ajuda, mas o impacto do diesel está sendo ignorado.
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