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Região Sul segue com alta na demanda de
voos
Aeroportos de Porto Alegre (RS)
e Curitiba (PR) lideram a movimentação de passageiros na região
02/04/2025 -
16h25
(Da assessoria do MPor)
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A Região Sul do país tem sido um dos principais polos de crescimento da
aviação brasileira, com avanços na movimentação de passageiros e cargas,
e maior protagonismo de aeroportos regionais. Dados do estatístico de
Demanda e Oferta da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), referentes
a fevereiro deste ano, mostram que o setor aéreo na região segue em
expansão, impulsionado pelo turismo, pela atividade econômica e pela
ampliação da malha aérea.
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Rodrigo Zanette - 02/01/2020 |
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Área de embarque do terminal de passageiros do Aeroporto
de Florianópolis (SC).
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Somente no mercado doméstico, foram
registrados 7.818.046 passageiros. Entre os aeroportos da região, Porto
Alegre (RS) lidera a movimentação, com 535.412 passageiros (27,79%),
seguido por Curitiba (PR), com 419.040 (21,75%), e Florianópolis (SC),
com 307.286 (15,95%). Na sequência aparecem Foz do Iguaçu (PR), com
210.359 passageiros (10,92%), e Navegantes (SC), com 174.400 (9,05%), o
que mostra o crescimento de destinos turísticos e a diversificação da
demanda aérea na região.
Já no segmento internacional, Florianópolis se destaca como principal
porta de entrada, concentrando 253.755 passageiros (83,53%) do fluxo
analisado. Porto Alegre aparece na sequência, com 32.378 passageiros
(10,66%), seguido por Curitiba, com 13.796 (4,54%).
O desempenho do setor na região reflete uma combinação de fatores, como
o aquecimento do turismo, especialmente em destinos como Florianópolis e
Foz do Iguaçu, e os investimentos em infraestrutura aeroportuária. A
ampliação da oferta de voos e o aumento da frequência das rotas também
contribuem para o crescimento observado.
De acordo com o levantamento, as principais rotas aéreas continuam
concentradas no eixo Sul-Sudeste, com forte ligação aos aeroportos de
São Paulo, que operam como hubs nacionais. Ao mesmo tempo, cresce o
número de conexões diretas com o exterior, indicando maior inserção da
Região Sul no mercado internacional e redução gradual da dependência de
conexões intermediárias.
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